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sábado, 6 de abril de 2013

Na zona euro, a austeridade marcha forçada acompanhado por desemprego recorde


Há "insolente", Alemanha, Áustria e Luxemburgo, que, apesar da crise, mostrar um emprego quase pleno, com taxas de desemprego de cerca de 5%. E há outros. Todas as outras, ou quase: Grécia (26,4%), Espanha (26,3%), Portugal (17,5%), Itália (11,6%), mas também a França ( 10,8%), onde o número de candidatos a emprego já atingiu níveis explosivos.
O conjunto dá a figura de 12%, correspondente à taxa média de desemprego registrado em fevereiro para a área do euro (contra 10,9% um ano antes), de acordo com os dados do Eurostat publicado terca-feira, 2 de abril. Um registro.

Hoje, 19 milhões de pessoas estão desempregadas na União Monetária, para não mencionar todos os "desanimados" que já não apontam para o centro de emprego ou seu equivalente.
Para ouvir muitos economistas, a cabeça deste flagelo é designado: a austeridade. Políticas para reduzir os défices muito rápido, muito afiadas e também simultânea aplicada aos países da área do euro desde 2010-2011, caíram economias, indústrias destruídas e eliminou milhões de postos de trabalho.

E o mais pessimista, há ainda pouca chance "para inverter a curva do desemprego" em pouco tempo, como os anos de crise tem prejudicado a capacidade de produção de longo prazo, humana e material.

=Le Monde=

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